10.12.09

Zombieland


Já se disse e repete-se. A única coisa no mundo que não fica melhor com zombies é a vida real. Filmes incluídos, claro. Até este princípio ser universalmente aceite e aplicado, até todos os filmes, de qualquer género, começarem a incluir mortos-vivos nas suas estruturas narrativas, teremos de nos contentar com esse subgénero já venerando dos filmes de zombies. Agora muita atenção. O que vou dizer a seguir será dito em plena consciência e com a devida vénia a George Romero e a todos os que contribuíram para conferir beleza a cadáveres animados por forças maléficas e movidos por uma insaciável fome de miolos frescos. Cá vai. Como filme de zombies, Zombieland atinge todos os objectivos que poderia atingir com a intensidade de um tiro de caçadeira à queima-roupa. No nariz. E não se contenta em ficar por aí. Pega nos miolos, no sangue, no pus e no muco infecto e embrulha todos esses apetecíveis ingredientes com cuidado, conseguindo construir uma embalagem capaz de agradar até a quem não seja cliente habitual e constituindo-se como um daqueles raros filmes que se ergue acima do seu género. E raios me partam se não consegue reunir no mesmo filme dois dos actores mais cool de todos os tempos.

PS: Sim. Aquilo é um banjo.

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Zombieland

De: Ruben Fleischer

Com: Woody Harrelson, Jesse Eisenberg, Emma Stone

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Ano: 2009

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9.12.09

A Nova Vida do Senhor O' Horten


Há filmes que encantam sem que consigamos explicar porquê. Não só isto é um facto, como também é muito conveniente a quem insista em escrever sobre um filme sem querer ocupar muito tempo com a tarefa. O' Horten visita as salas de cinema nacionais alguns anos depois da estreia mundial, mas o que importa é que aí o temos. E em clima natalício até sabe melhor. Talvez porque a quadra se adequa melhor ao frio escandinavo ou por se tratar de um filme oriundo do mesmo país de onde nos chega a iguaria de consoada por excelência. E agora, porque me lembrei do bacalhau que é urgente pôr de molho, passo o teclado ao meu correspondente internacional, Halvard, o troglodita hermafrodita de Trondheim:

Hallo. Jeg ønsker å gjøre det helt klart at jeg ikke godkjenne alt som ble sagt i forrige linjer. Jeg er bare her fordi jeg trengte pengene. Julen kommer, og jeg bestemte meg for å endelig behandle meg til min drøm bryster. Den pikk skal bo ... for nå.

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O' Horten

De: Bent Hamer

Com: Bård Owe, Espen Skjønberg, Ghita Nørby

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Ano: 2007

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3.12.09

Capitalismo: Uma História de Amor


Triste sina a de Michael Moore. Capitalismo: Uma História de Amor é o mais sério dos seus filmes, desde que Bowling for Columbine lhe trouxe fama mundial. Sem se afastar do estilo habitual (de documentarista que não hesita em moldar os factos e as situações à sua opinião pessoal, mesmo que seja preciso enfiá-los num torno, sentar-se em cima deles ou mastigá-los e regurgitá-los já meio digeridos e vagamente reconhecíveis), o retrato que faz do momento em que as finanças internacionais foram para o galheiro e das consequências para ricos, pobres e remediados é quase sempre lúcido, moderado e muito sentido. Por outro lado, isso faz com que Capitalismo: Uma História de Amor seja também uma espécie de Fahrenheit 9/11 sem molho.

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Capitalism: A Love Story

De: Michael Moore

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Ano: 2009

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Julie e Julia


Em 2002, Julie Powell decidiu passar um ano a cozinhar as 524 receitas de Mastering the Art of French Cooking, obra-prima de Julia Child, uma espécie de Maria de Lourdes Modesto americana e com menos jeito para fazer dobrada. Ou seja, Julie Powell deve ser uma pessoa mesmo muito aborrecida. Estranhamente, porque o mundo tem destas coisas, o filme adaptado do livro em que relata esta experiência "fascinante" não é tão aborrecido como a sua inspiradora. E até serve para abrir o apetite. Ou para acabar com ele, no caso das cenas da lagosta e do aspic.

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Julie & Julia

De: Nora Ephron

Com: Meryl Streep, Amy Adams, Stanley Tucci

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Ano: 2009

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2.12.09

O Milagre em Sant'Anna


Spike Lee aproveitou o díptico de Clint Eastwood sobre a Segunda Guerra Mundial (As Bandeiras dos Nossos Pais e Cartas de Iwo Jima) para acusar o actor/realizador veterano de ter feito filmes demasiado brancos, ignorando por completo a participação de soldados negros americanos no conflito. O Milagre em Sant'Anna, a sua primeira incursão na recriação do período, não padece do mesmo defeito, baseando-se nas acções da 92ª Divisão de Infantaria, unidade composta por soldados afro-americanos, durante a libertação da península italiana. Não padece desse, mas padece de muitos outros. A ponto de se recear que o talentoso realizador tenha sido contagiado pelo mesmo vírus que afectou Woody Allen nos últimos anos e o faz assinar trampa embaraçosa atrás de trampa embaraçosa. Pense-se em She Hate Me, por exemplo. Ou no inenarrável Bamboozled. São sintomas preocupantes. Valem-lhe Inside Man e 25th Hour para alimentar a esperança dos seus admiradores. Clint Eastwood 2, Spike Lee 0

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Miracle at St. Anna

De: Spike Lee

Com: Derek Luke, Michael Ealy, Laz Alonso

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Ano: 2008

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18.11.09

Os Sorrisos do Destino


É curioso que um filme onde os telemóveis desempenham um papel tão importante consiga ter menor interesse do que um qualquer sms. E é pena que Fernando Lopes, o homem que fez Belarmino e O Delfim, precise de brincar aos filmes. Porque Os Sorrisos do Destino não passa disso, de uma valente partida de mau gosto pregada ao espectador, com o seu argumento patético que parece querer dizer tudo e acaba por não dizer nada e com as tentativas frustradas dos actores para não fazerem figura demasiado triste quando se vêem forçados a debitar linhas de diálogo cuja banalidade roça os limites do tvi-novelismo. Para não falar na abordagem que se faz às tecnologias comunicacionais, que saltita da suspensão da descrença para a idiotia. Mas nem tudo é mau. Pelo menos, a duração não chega às duas horas.

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De: Fernando Lopes

Com: Rui Morrison, Ana Padrão, Milton Lopes

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Ano: 2009

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Moon


Se, um dia, me deparasse com alguém exactamente igual a mim, não apenas por fora, mas também por dentro, procurava uma grande pedra, um pau ou qualquer coisa que pudesse usar como arma contundente e não descansava até voltar a existir apenas um. Não por qualquer inspiração Highlander, mas porque considero que o mundo, com todos os seus defeitos, não merece ter duplicados de alguns dos seus habitantes. O astronauta Sam Bell não teve a mesma reacção. Talvez por ser melhor pessoa ou, possivelmente, por não estar no mundo, mas sim no seu satélite natural, operando sozinho uma futurista central energética. Moon, longa-metragem de estreia de Duncan Jones, filho de um tal David Bowie, que me dizem ter algum talento para a cantiga, é um aproveitamento incrivelmente eficaz de um conjunto muito limitado de elementos, maximizando-os num dos melhores e mais originais filmes de ficção científica dos últimos anos, assentando em grande parte sobre o pilar do desempenho múltiplo de Sam Rockwell e com uma escolha perfeita de Kevin Spacey para dar voz ao prestável companheiro robótico.

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Moon

De: Duncan Jones

Com: Sam Rockwell, Kevin Spacey, Dominique McElligott

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Ano: 2009

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Os Irmãos Bloom


Não se percebe por que motivo Mark Ruffalo faz filmes. Sobretudo quando parece ser escolhido por gente perfeitamente competente para passear a sua canastrice por filmes que, mesmo assim, conseguem ser perfeitamente decentes. É um daqueles mistérios do universo. Tal como perceber o que impede o nariz de Adrien Brody de sucumbir à gravidade. Mesmo com o "contributo" de Mark Ruffalo (e com as grandes prestações do nariz de Adrien Brody, mais uma, de Rachel Weisz e de uma silenciosa e sempre surpreendente Rinko Kikuchi), o realizador Rian Johnson conseguiu fazer de Os Irmãos Bloom, um agradável filme de "golpada" à moda antiga, seguindo as peripécias de dois irmãos vigaristas ao longo de um enredo com muitos nós, que acabam por ser, quase sempre, desatados com jeitinho. No entanto, não conseguiu evitar que, demasiadas vezes, o resultado final se pareça com uma sucessão de rábulas, sem haver entre elas uma transição suave. Quem não gostar, pode divertir-se a tentar encontrar a bandeira portuguesa que esvoaça pelo nosso orgulho patriótico algures a meio do filme.

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The Brothers Bloom

De: Rian Johnson

Com: Adrien Brody, Rachel Weisz, Rinko Kikuchi

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Ano: 2009

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7.11.09

Os Substitutos


Não deveria ser difícil adaptar banda desenhada ao cinema. Está tudo lá. O visual, as personagens, os planos, os diálogos, as situações. Tudo condensado em páginas quadriculadas para conveniência do senhor realizador. Não deveria. Note-se o condicional. Porque têm sido muito comuns os exemplos de realizadores que, mesmo assim, conseguem asneirar. Talvez porque não seja tão fácil? Talvez por serem umas bestas? Talvez pelos dois motivos. Quem sabe... Não foi o que se passou com Os Substitutos, felizmente. A excelente banda desenhada de Robert Venditti e Brett Weldele é adaptada de forma competente, ainda que a abordagem apenas cumpra os mínimos exigíveis e com alterações ao enredo que, nalguns casos, se compreendem pelos constrangimentos próprios de uma nova linguagem e, noutros, serão apenas concessões perfeitamente dispensáveis a fórmulas do costume.

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Surrogates

De: Jonathan Mostow

Com: Bruce Willis, Radha Mitchell, Ving Rhames

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Ano: 2009

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4.11.09

São Valentim Sangrento 3D


Convém referir uma das poucas máximas universais do cinema. Qualquer coisa fica melhor a três dimensões. Qualquer coisa. Até um filme do Joaquim Leitão. Posto isto, diga-se que My Bloody Valentine 3D não é grande coisa como filme. Remake de um filme canadiano de 1981 com o mesmo título (mas sem o 3D anexo ao fim), um de incontáveis bacanais de sangue, miolos e adolescentes a terem as suas aventuras sexuais interrompidas por psicopatas mascarados e equipados com armamento original (motosserras, luvas com facas em vez de dedos etc) que marcaram uma época e entre os quais se contam alguns clássicos memoráveis. Este em particular, em que o psicopata de serviço é um mineiro maldisposto, tornou-se célebre pelos cortes exaustivos da censura às cenas mais violentas, o que lhe conferiu apelo acrescido. Quase três décadas depois, lá nos sentamos a ver a mesma história de sempre, homicídio após homicídio, sempre à espera de ver o assassino saltar de repente de um canto escuro, tentando perceber que nefasta motivação poderá justificar as suas acções... Mas fazemo-lo a três dimensões. E é difícil que alguém se preocupe com preciosismos qualitativos quando se está a esquivar a golpes de picareta que saem do ecrã.

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My Bloody Valentine 3D

De: Patrick Lussier

Com: Jensen Ackles, Jaime King, Kerr Smith

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Ano: 2009

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Trailer de Prince of Persia - The Sands of Time



Pronto... agora o trailer a sério.

Não um anfitrião para os Óscares, mas sim dois (toma lá, Wolverine!)


O primeiro já por lá passou e o segundo, depois da brilhante prestação na série 30 Rock, faz esperar uma noite em grande. Aprovado.

30.10.09

O Delator!


Filme sobre a desonestidade empresarial (fenómeno inexistente no nosso país), baseado em acontecimentos reais. Mark Whitacre é um adorável bipolar de honestidade tão oscilante como a sua disposição. Matt Damon é um actor em plena forma que transporta o filme às costas. Scott Bakula é outro actor, caído de repente em O Delator! depois de um salto quântico que o transportou directamente de uma série televisiva do início dos anos 90. Steven Soderbergh é um realizador que, no seu melhor, consegue fazer filmes aceitáveis apesar de alguma secura e, no seu pior, não. E eu sou o Renato. Prazer.

Classificação: http://inepcia.com/cinemateca/olho4-5b.gif

The Informant!

De: Steven Soderbergh

Com: Matt Damon, Scott Bakula, Joel McHale

Origem: http://inepcia.com/cinemateca/us.gif

Ano: 2009

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Gimli já não quer ser anão


John Rhys-Davies, actor que deu cara (não necessariamente corpo) ao anão Gimli da saga The Lord of the Rings e que emprestou voz ao ent Treebeard, admitiu ter sido convidado para voltar a encarnar a personagem em The Hobbit, mas a sua resposta à produção não foi positiva. Não rejeitando participar noutro papel, o principal motivo para a recusa não deixa grande margem para negociações: o actor receia que a sua cara não consiga voltar a suportar as toneladas de maquilhagem necessárias para o transformar no anão. The Hobbit tem realização de Guillermo del Toro e produção de Peter Jackson e chegará aos cinemas lá para 2011.

29.10.09

Coisas que apetece ver

25.10.09

Que saudades dos anos 80


The A-Team, realizado por Joe Carnahan. Com Liam Neeson, Bradley Cooper, Quinton Jackson e Sharlto Copley. Estreia mundial a 30 de Julho de 2010.

20.10.09

Loucos e Fãs


Há relativamente pouco tempo, numa galáxia bastante próxima, Fanboys pretendeu ser o divertido retrato cinematográfico de um fenómeno sociológico com origem no próprio cinema: a obsessão doentia pelo universo Star Wars. Mas o terrível império da diferença por vezes abissal entre intenções e concretização aplicou o lado negro da força, transformando os planos meritórios num resultado capaz de provocar sorrisos ligeiros espaçados e sofrendo, do princípio ao fim, com a fragilidade de alicerces fincados na superfície pantanosa do planeta Dagobah. Elenco repleto de actores que estão sempre "quase lá" e enredo inclinando-se para o pastoso. Nas palavras do grande R2-D2: "Bip."

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Fanboys

De: Kyle Newman

Com: Sam Huntington, Jay Baruchel, Dan Fogler

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Ano: 2009

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14.10.09

Caçadores de Vampiras Lésbicas


A primeira coisa que pensei quando soube da existência deste filme foi: será um desperdício tão grande se um título mágico como "Caçadores de Vampiras Lésbicas" acabar desperdiçado num filme mau. Felizmente não foi. Não é uma obra cerebral e inspiradora, como não se esperava que fosse, e facilmente poderia ter sido uma estupidez pegada, mas Phil Claydon e os dois argumentistas conseguiram manter o filme inclinado para o lado certo na fronteira entre a apetitosa parvoíce e uma sandice ignóbil, tão comum quando se trabalha com ingredientes voláteis como são a piadinha sexual imatura e o reaproveitamento de estereótipos de género. Neste caso, não apenas os ingredientes não explodem na cara de quem os manipula, como acabam por compor um divertimento ligeiro, frequentemente inspirado e com um meritório toque de série B. Quanto ao conteúdo, basta olhar para o título, o tal que elogiei ali em cima. Dificilmente poderia ser mais explícito.

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Lesbian Vampire Killers

De: Phil Claydon

Com: James Corden, Mathew Horne, MyAnna Buring

Origem: http://inepcia.com/cinemateca/gb.gif

Ano: 2009

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8.10.09

The Man Who Killed Don Quixote ergue-se das cinzas


Na estreia de The Imaginarium of Doctor Parnassus, Terry Gilliam descreveu The Man Who Killed Don Quixote, o filme amaldiçoado cuja produção suspensa resultou no documentário Lost in La Mancha, como um burro com três pernas, faltando-lhe apenas a quarta. Uma das pernas já encontradas será o actor escolhido para representar o cavaleiro da triste figura (não voltará a ser o francês Jean Rochefort), que o realizador garantiu já ter escolhido, mas sem lhe revelar a identidade. Mais perna, menos perna, o importante é que tudo indica que o filme será feito.

7.10.09

Gentlemen Broncos, de Jared Hess (Napoleon Dynamite)

6.10.09

Zombies atacam tops de bilheteira americanos e Arrested Development será mesmo um filme


São as notícias do dia. Os zombies são os de Zombieland, comédia morta-viva com Woody Harrelson e Jesse Eisenberg, lucrando impressionantes 25 milhões de dólares no fim-de-semana de estreia.


O resto diz respeito ao anúncio oficial do início dos trabalhos num guião que trará para o grande ecrã uma das melhores comédias televisivas das últimas décadas. A empreitada foi entregue ao criador da série, Mitch Hurwitz, que será também o realizador da longa-metragem. Depois disto, os fãs só precisarão de suster a respiração até à confirmação próxima do rumor que coloca o elenco original a regressar aos seus papéis, incluindo peixes graúdos como Jason Bateman, Will Arnett e Michael Cera.
 

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